Guarda o defunto
E por mais que sentido, chorado quando lido
Ele jaz ali para todo o sempre
Quer o escritor queira ou não
Fim
Estava lá escrito..eu li, não me digam que não!
Porque os matam assim?
É tão cruel saber que o criam apenas com essa condição
É como um nado morto
Que insistem em dar à luz
Ainda mexe..sinto-o
Mas de nada vale a reanimação
São sempre mais difíceis estes partos
Sai a ferros
Sangram as mãos
E depois escolher a mortalha com que irá vestido...sádicos, é o que são!
Deve doer...mas sei que fingem, é impossível ser verdade, tanta alegria numa morte
Sabe-lo ali inerte...sempre presente
Estou em crer na reencarnação
E lamento agora a perda do seu criador
Também ele morre aos poucos...
Será isto morrer com as armas com que matou?
Resta como consolo...serem deles os reinos do céu.

Páginas celestes duma morte não morrida nem matada.
ResponderEliminarMorte como existência e extensão.
Cria que cria criador(es).