
Hoje afogaram-se nas palavras dos poetas todas as mágoas dos homens
Foi decretada a felicidade
Mandado prender o desgosto
E naquela voz nasalada ele declamava com gestos firmes
Morra...pim!
Pam!
Pum!
E morreram todos
Nos sorrisos estampados do público.
A partir de hoje, saiba quem sorri ao ler ou ouvir um poema
Que é um assassino!
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