A minha
A tua
A nossa
Da de cordeiro
Da de lobo
De cetim
Ou marcada a ferros
Pudéssemos nós vestir a pele do outro
E entenderíamos a importância do toque
Do afago
Um pequeno gesto de ternura bastaria
Para te lançar rumo ao infinito
E não se morrer de solidão
Assim
Resta a própria mão
Agarrada à margem
Ou incansável...naDar...naDar...naDar!

Porque naDar, também é reCeder.
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